quarta-feira, 14 de abril de 2010

Qual Programa?



As eleições deste ano (2010), polarizada entre Dilma e Serra trarar a tona dos debates: 1 - os rumos do Brasil para próxima quadra política, o programa: 2 – A personalidade dos candidatos, ou seja, subjetivar os debates nos candidatos, qual o “melhor”.

Campos nítidos, o campo popular e progressista, que vem reconduzindo o Brasil ao desenvolvimento e o campo neoliberal revanchista, que deixou o país a banca rota em 2002.

Esses têm seus partidos os neoliberais contam com a grande mídia, Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB, tem dito: “A grande mídia se torna cada vez mais o principal pólo de oposição ao governo, inclusive com caráter claramente obscurantista, reacionário, de direita. Os principais eixos são: a política externa do governo, o denuncismo de corrupção (requentando denúncias como a contra o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto), a falácia do “crescimento”dos gastos públicos, que incluem a tentativa de rotular o PAC como ineficiente”etc.

Gramsci situa a imprensa (o principal meio de comunicação de sua época) como “a parte mais dinâmica” da superestrutura ideológica das classes dominantes. Caracteriza-a como “a organização material voltada para manter, defender e desenvolver a ‘frente’ teórica ou ideológica”, ou seja, um suporte ideológico do bloco hegemônico. Enquanto aparelhos político-ideológicos que elaboram, divulgam e unificam de concepções de mundo, jornais e revistas cumprem a função de “organizar e difundir determinados tipos de cultura”, articulados de forma orgânica com determinado agrupamento social mais ou menos homogêneo, o qual contribui com orientações gerais para exercer influência na compreensão dos fatos sociais. no cárcere na década de 20 já dizia que quando a burguesia está em crise, a imprensa (mídia) cumpre o papel de partido da elite.

Paulo Henrique Amorim, denominou esse fenômeno de PIG (Partido da Imprensa Golpista), formulação muito feliz, já que este nome em inglês significa “porco”, demonstra toda a ação chamada “tempestade no cerrado”.

O poder midiático da elite brasileira estará voltada a não discutirem programa, tiram lição do segundo turno das eleições de 2006, onde o debate foi programático e verificou-se a limitação do projeto Geraldo Alcmen. Já começaram a personificar o debate chamando a Dilma de “arrogante”, “sem experiência”, “terrorista”, que não sorrir e por diante.

Temos que garantir que o programa seja discutido em cada rua, bairro e cidade, vamos criar comitês independentes e permanentes para proporcionar as comparações do Governo de FHC e LULA e o significa a eleição de DILMA e SERRA para o País.

The Economist publicou!

Nos tempos de FHC

Nos tempos de LULA

Situação do Brasil antes e depois.

Itens

Risco Brasil

2.700 pontos

200 pontos

Salário Mínimo

78 dólares

210 dólares

Dólar

Rs$ 3,00

Rs$ 1,78

Dívida FMI

Não mexeu (devedor)

Pagou (credor)

Indústria naval

Não mexeu

Reconstruiu

Universidades Federais Novas

Nenhuma

10

Extensões Universitárias

Nenhuma

45

Escolas Técnicas

Nenhuma

214

Valores e Reservas do Tesouro Nacional

185 Bilhões de Dólares Negativos

160 Bilhões de Dólares Positivos

Créditos para o povo/PIB

14%

34%

Estradas de Ferro

Nenhuma

3 em andamento

Estradas Rodoviárias

90% danificadas

70% recuperadas

Industria Automobilística

Em baixa, 20%

Em alta, 30%

Crises internacionais

4, arrasando o país

Nenhuma, pelas reservas acumuladas

Cambio

Fixo, estourando o Tesouro Nacional

Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central

Taxas de Juros SELIC

27%

11%

Mobilidade Social

2 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza

23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza

Empregos

780 mil

11 milhões

Investimentos em infraestrutura

Nenhum

504 Bilhões de reais previstos até 2010

Mercado internacional

Brasil sem crédito

Brasil reconhecido como investment grade

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